
Zapeando pela Net ou vasculhando na locadora, dá para encontrar um filme maravilhoso, que me passou despercebido na época de seu lançamento, em 1999, ou seja, no século passado: Um mesmo amor, a mesma chuva ( El Mismo Amor, la Misma Lluvia), de Juan José Campanella (O Filho da Noiva). É argentino, é com Ricardo Darín, de O Clube da Lua, o já citado O Filho da Noiva. Então é bom.
Fala da vida de um escritor frustrado, que sobrevive escrevendo contos para uma revista enquanto vê os grandes acontecimentos da Argentina entre os anos da ditadura militar, a guerra das Malvinas, a volta da democracia, o fracasso dos planos econômicos. Ao mesmo tempo, Jorge (Darín) mantém um relacionamento tempestuoso com Laura (Soledad Villamil). De quem se une, se separa, tenta voltar e por aí vai. Melâncólico, simples, nos faz refletir sobre nossas próprias vidas. Vale a pena tirá-lo do baú.
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