quinta-feira, julho 09, 2015
“Neruda”
Esperava mais de “Neruda”, direção de Manuel Basoalto. O poeta-maior do Chile, Prêmio Nobel da Literatura e morto dias depois do golpe militar que derrubou Salvador Allende em 1973, merecia uma cinebiografia mais cuidadosa.
Bem que “Neruda” foca apenas um período da vida do poeta, autor do clássico “Confesso Que Vivi”. Tudo começa quando ele estava em Estocolmo para receber o Prêmio Nobel e relembra quando em sua época de senador criticou fortemente o então presidente chileno Gabriel González Videla, que dera um golpe. Neruda (José Secall) entrou na ilegalidade, tendo de se esconder e depois protagonizar uma fuga cinematográfica pela Cordilheira dos Andes para escapar da prisão.
O problema do filme é que não houve aprofundamento do ocorrido, além do que sem maiores explicações são inseridos momentos da infância e do começo da fase adulta de Neruda. E as atuações dos atores são por demais teatrais, todos errando no tom de suas caracterizações, apesar da boa reconstituição da época.
Cotação: ruim
Chico Izidro
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