

Baseado na novela do escritor gaúcho Charles Kiefer, Valsa para Bruno Stein, de Paulo Nascimento, peca pelo estilo excessivamente teatralesco de seus atores. Nada parece ser natural no longa-metragem situado no interior gaúcho. Bruno (um alquebrado Walmor Chagas) é um velho alemão dono de uma olaria, mal-humorado, que sente forte desejo pela nora Valéria (Ingra Liberato, a única boa atuação no filme). A vida deles e de todos na casa vai se alterar com a chegada de um trabalhador desconhecido, Gabriel, que como um anjo, mostra a Bruno que a vida ainda vale a pena ser vivida. Porém, por ser um filme localizado no interior gaúcho, falta o sotaque acentuado de seus personagens, que se comunicam como estivessem no tablado. E se observarmos bem, depois de seus quase 90 minutos, muita coisa fica inexplicada. Desperdício.
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