Para começar, os zumbis de “Guerra Mundial Z”, direção de Marc Foster, são mais apavorantes do que os de “The Walking Dead” e “Madrugada dos Mortos”, que andam bem devagar, e tão ou mais letais que os de “Extermínio”, devido a velocidade que empregam em busca de suas vítimas, além de serem mais numerosos.
Feita a apresentação, como em qualquer filme do gênero, a epidemia dos mortos-vivos tem início de forma inexplicada. Os zumbis atacam de todos os lados, e as vítimas em poucos minutos ou segundos, são transformadas. O funcionário da ONU, Gerry Lane (Brad Pitt) é convocado para ao lado de um cientista para tentar descobrir o que está acontecendo. Enfim, encontrar o paciente zero para se tentar achar uma cura para a epidemia. Lane sai dos Estados Unidos e percorre vários países, como Coreia do Sul, Israel, País de Gales, conversando com especialistas, tentando ajudar sobreviventes.
“Guerra Mundial Z” é vertiginoso, assustador. Os zumbis se jogam sobre os vidros dos carros, estourando-os, amontoam-se para ultrapassar prédios e muros. E Brad Pitt parece indestrutível. Seu personagem sobrevive à queda de um boeing, de um pedaço de metal que o trespassa e por aí vai. Algumas cenas são inverossímeis, mas não esqueçam, é um filme de zumbis, e zumbis não existem na vida real. Não dá para esquecer a família chata do herói. Mesmo envolvido em salvar o mundo, sua mulher sempre liga nos momentos mais impróprios para conversar. Afinal a família é uma instituição que os americanos prezam muito, ainda mais sendo Brad Pitt o personagem principal.
Cotação: bom
Chico Izidro
quinta-feira, junho 27, 2013
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