"Pinóquio" é uma adaptação live-action do conto de Carlo Collodi, dirigida pelo russo Igor Voloshin. A produção russa é focada em nostalgia e moralidade, mas trazendo muitas mudanças em relação ao conto lançado em 1883.
O filme é baseado numa versão russa conhecida como Buratino, inspirada na obra de Aleksey Tolstoy (1936). A história todo mundo conhece, do boneco de madeira construído pelo artesão Gepetto, que fez um pedido e uma fada deu vida ao marionete – que podendo andar e falar, passa a desejar ser um garoto de carne e osso.
Nesta versão, não existe a Fada Azul, nem o Grilo Falante. Ela é substituída por uma tal dona tartaruga, enquanto que o grilo é trocado por três baratas, e uma delas é a narradora da história. Além disso, Pinóquio não mente, ou seja, seu nariz não cresce. E no final, o boneco não se transforma em um menino de verdade, permanecendo de madeira.
Não bastasse isso, o filme é um emaranhado de técnicas de filmagem, passando a grande sensação de que ele foi todo gerado por IA (inteligência artificial). “Pinóquio” acaba sendo cansativo, com suas longas cenas de canto e dança, alterações da história. Tudo soa tão artificial, que decepciona fortemente.
Cotação: ruim
Duração: 1h42
Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=5uDJGeb9FME


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